VIDA CONSAGRADA

– Somos de Deus, e Ele pode dispor de nós para o que quiser.
– Ser Carmelita é abraçar a Cruz, identificar-se com o Crucificado, julgando-se feliz em sofrer com Ele.
– É, na verdade, ser feliz, e muito feliz, viver somente para Deus.
– Procurem ser generosas e fiéis, e nada neguem ao Esposo; sejam Carmelitas santas, observantes e autênticas na observação das leis que Santa Madre Teresa de Jesus instituiu, e na medida da generosidade de cada uma, serão os frutos e a fecundidade do Carmelo.
– É preciso que sejamos santas, e ser santa não é fácil. Devemos nos desprender de tudo, e o mais difícil é deixar a nós mesmas. O eu é um rei terrível, e destroná-lo não é fácil, não.
– Toda a ação da Religiosa, que não for orientada para Deus, é inútil.
– Se toda sua vida for um sim sincero e total, esteja certa de que Deus estará contente e sua alma, em progresso no caminho da perfeição: Sim da pobreza, no desprendimento de tudo. Sim da obediência, na renúncia à vontade própria, e da liberdade que se prendeu fortemente à dependência de Deus. Sim da castidade, só amando a Deus, e Nele, a todas as criaturas, por Ele.
– Deus só, hoje e sempre.
– Ame sempre mais a Jesus, e entregue-se totalmente a Ele. Ser Dele, é ser feliz!
– Procure viver, generosamente seu ideal de perfeição, pois as necessidades do mundo de hoje, não admitem mediocridade no Carmelo.